terça-feira, 9 de junho de 2015

[TAG] 5 livros para chorar

Oi, gente!

Para finalizar a TAG Para Chorar, nada melhor que falar de livros. Como eu disse antes, eu choro por tudo e não seria diferente com livros. Consigo encontrar elementos para me fazer chorar em chick-lit, eu chorei horrores com Lembra de Mim?, da Sophie Kinsella. Estou rindo dessa situação e estou considerando um tratamento de choque o quanto antes.



Durante minha vida, li muitos livros que me fizeram chorar, mas poucos foram tocantes a ponto de serem lembrados nesta publicação. Os livros que citarei abaixo, exceto o primeiro livro, foram livros que tiveram muito a ver com a minha situação atual e as histórias ficarão marcadas na minha memória para sempre. Eis a minha lista :)

O romance narra a tocante história da amizade entre Amir e Hassan, dois meninos que vivem no Afeganistão da década de 1970. Durante um campeonato de pipas, Amir perde a chance de defender Hassan, num episódio que marca a vida dos dois amigos para sempre. Vinte anos mais tarde, quando Amir está estabelecido nos Estados Unidos, após ter abandonado um Afeganistão tomado pelos soviéticos, ele retorna a seu país de origem e é obrigado a acertar as contas com o passado.





É triste ver como vivemos num país livre e as pessoas ainda conseguem reclamar das mínimas coisas. Nesse livro, aprendi a valorizar as pequenas coisas, mas principalmente as pessoas.

Erik não procura mais a garota dos seus sonhos. Vive em busca de adrenalina e de uma razão para continuar cumprindo tarefas obscuras. Ele sabe que é muito bom no que faz e não vê nada que possa ser melhor do que os seus dias repletos de perigo. O que Erik não esperava é que sua paixão por correr riscos seria a sua ruína. Ameaçado, ele precisa fugir para o exterior e viver disfarçado de cidadão comum, trabalhando como advogado em uma grande empresa. Marina comanda o império da família depois de seu pai ter sucumbido ao mal de Alzheimer. Precisa suportar ver os pais tombarem diante da ação implacável do tempo, enquanto ainda carrega a ferida provocada pela morte do jovem marido. Com o comando das empresas nas mãos, ela percebe que nem todas as atividades da corporação obedecem aos manuais de boa conduta. Quando ambos se encontram, presente e passado se misturam, dando início a um mistério arrebatador que os atrai a uma paixão incontrolável. No entanto, os segredos, cedo ou tarde, virão à tona e os colocarão em lados opostos da balança. Nenhum dos dois é inocente, mas será que eles aceitarão as verdades que tanto se empenham em esconder? É possível construir um futuro mesmo depois de descobrir que nesta história não há mocinha nem herói?

Apesar do enredo ser mais policial, o pai da personagem está doente e isso me lembrou uma situação pessoal que ocorreu na minha família e isso me tocou profundamente.


Lucy Houston e Mickey Chandler não deveriam se apaixonar. Os dois sofrem de doenças genéticas: Lucy tem um histórico familiar de câncer de mama muito agressivo e Mickey, um grave transtorno bipolar. No entanto, quando seus caminhos se cruzam, é impossível negar a atração entre eles. Contrariando toda a lógica que indicava que sua história não teria futuro, eles se casam e firmam – por escrito – um compromisso para fazer o relacionamento dar certo. Mickey promete tomar os remédios. Lucy promete não culpá-lo pelas coisas que ele não pode controlar. Mickey será sempre honesto. Lucy será paciente. Como em qualquer relação, eles têm dias bons e dias ruins – alguns terríveis. Depois que Lucy quase perde uma batalha contra o câncer, eles criam mais uma regra: nunca terão filhos, para não passar adiante sua herança genética. Porém, em seu 11° aniversário de casamento, durante uma consulta de rotina, Lucy é surpreendida com uma notícia extraordinária, quase um milagre, que vai mudar tudo o que ela e Mickey haviam planejado. De uma hora para outra todas as regras são jogadas pela janela e eles terão que redescobrir o verdadeiro significado do amor.Dançando sobre cacos de vidro é a história de um amor inspirador que supera todos os obstáculos para se tornar possível.

Poucos livros me mostraram a grandeza do amor que uma mulher pode sentir e as formas que ela pode expressá-lo. É um livro lindo, triste, mas tão palpável que pude sentir todos os sentimentos possíveis durante essa leitura.


Aos 26 anos, Louisa Clark não tem muitas ambições. Ela mora com os pais, a irmã mãe solteira, o sobrinho pequeno e um avô que precisa de cuidados constantes desde que sofreu um derrame. Além disso, trabalha como garçonete num café, um emprego que ela adora e que, apesar de não pagar muito, ajuda nas despesas. E namora Patrick, um triatleta que não parece interessado nela. Não que ela se importe.
Quando o café fecha as portas, Lou se vê obrigada a procurar outro emprego. Sem muitas qualificações, a ex-garçonete consegue trabalho como cuidadora de um tetraplégico. Will Traynor, de 35 anos, é inteligente, rico e mal-humorado. Preso a uma cadeira de rodas depois de um acidente de moto, o antes ativo e esportivo Will desconta toda a sua amargura em quem estiver por perto e planeja dar um fim ao seu sofrimento. O que Will não sabe é que Lou está prestes a trazer cor a sua vida. E nenhum dos dois desconfia de que irá mudar para sempre a história um do outro.

Li esse livro logo no lançamento e foi a maior ressaca literária que eu já tive. Passei algumas semanas sem conseguir ler nada e meses chorando toda vez que lembrava da história. Até hoje, se bobear, eu choro. Só de lembrar que o filme será lançado ano que vem, eu já choro. Claro, sairei de maca da sala de cinema.

A Estrela Que Nunca Vai Se Apagar conta a história de Esther Grace Earl, diagnosticada com câncer da tireoide aos 12 anos. A obra é uma espécie de diário da jovem, com ilustrações, fotos de seu arquivo pessoal, textos publicados na internet, bate-papos com os inúmeros amigos que fez on-line e reproduções de cartas escritas em datas comemorativas como aniversários. A jovem perdeu a batalha contra a doença, mas deixou um legado de otimismo e celebração ao amor.






Conheci a história de Esther através de John Green e seu livro A Culpa é das Estrelas e posteriormente, foi lançado o livro com textos do seu diário e eu aprendi muita coisa com essa adolescente, que foi forte até o último dia.

É isso, gente. Gostaram? Deixa aqui nos comentários, os livros que te fizeram chorar ;)

Até a próxima!