quinta-feira, 11 de junho de 2015

Jurassic Park

Oi, gente!

Quem gosta de dinossauros e está empolgado para a estreia de Jurassic World hoje? A franquia Jurassic Park faz parte da minha vida desde que tinha 7 anos e aluguei o VHS de O Mundo Perdido Jurassic Park. Só quando devolvemos a fita que descobrimos que esse era o segundo filme e locamos o primeiro e o segundo, novamente. Foram incontáveis as vezes que eu assisti aos dois filmes e meu amor pela história foi tão grande que eu queria me tornar paleontóloga quando crescesse. Cresci e vi que seguir essa profissão no Brasil é muito difícil e eu não tinha planos de sair do país para estudar arqueologia para depois mendigar patrocínio para poder trabalhar. Sonhos foram deixados para trás *música dramática ao fundo*


Jurassic Park é baseado no livro de Michael Crichton e narra a história do inovador e maior parque temático do mundo, com dinossauros de verdade. Animais que foram extintos há muito tempo e agora estão tão perto dos humanos e de forma acessível. Não vou me prender ao livro, porque eu ainda não li – por pura falta de vergonha, já que tenho o livro. Em Jurassic Park (1993), conhecemos as motivações para que John Hammond (presidente da empresa InGen) criasse o parque na Ilha Nublar, na Costa Rica e ele escolheu alguns profissionais para que endossassem o lugar. Devido a uma traição interna, as coisas saem do controle e vemos dinossauros letais andando livremente. Dr. Allan Grant, um dos arqueólogos convidados, acaba na floresta com os dois netos de Hammond e precisa leva-los de volta para o centro de controle, enquanto os outros tentam resolver os problemas no sistema do parque e salvarem a si mesmos.

Em O Mundo Perdido Jurassic Park (1997), descobrimos que existe uma segunda ilha sitiada por dinossauros, a Ilha Sorna. O filme não explica exatamente o que aconteceu, mas os dinossauros estão livres e as instalações da InGen foram abandonadas. Hammond, que foi deposto do cargo de presidente após o fiasco no Parque, descobre que seu sobrinho planeja ir até a ilha e captar o máximo de espécies de dinossauros para criar seu próprio parque em Nova York. Em segredo, ele organiza uma expedição para que impeçam esse tipo de comportamento, mas acabam levando um T-Rex e seu filhote para a cidade. Claro, tudo perderia o controle e muitas vidas se perdem. O filme é baseado no livro The Lost World de Michael Crichton.

Em Jurassic Park III (2001), voltamos a Ilha Sorna com o Dr. Allan Grant que foi enganado por um casal que promete patrocínios à sua pesquisa, mas só queriam que ele fosse seu guia para encontrar o filho perdido, que foi sobrevoar a ilha com o padrasto para ver alguns dinossauros e acabam se perdendo na floresta. Nesse filme, eles precisam sobreviver ao maior e mais cruel dinossauro, o Epinossauros. O filme tem elementos dos livros de Michael Crichton que não foram utilizados nos dois filmes iniciais da franquia.

Outra coisa que chama muito atenção é a trilha sonora de John Williams produzida em 1993. Um dos músicos que mais admiro atualmente fez um vídeo em homenagem a estreia de Jurassic World, tocando Theme from Jurassic Park ao violino.


Falei muito pouco sobre os outros filmes só para relembrar da infância e falar um pouco sobre Jurassic World que estreia hoje nos cinemas.


O Jurassic Park, localizado na Ilha Nublar (ilha do primeiro filme), enfim está aberto ao público. Com isso, as pessoas podem conferir shows acrobáticos com dinossauros e até mesmo fazer passeios bem perto deles, já que agora estão domesticados. Entretanto, a equipe chefiada pela doutora Claire passa a fazer experiências genéticas com estes seres, de forma a criar novas espécies. Uma delas logo adquire inteligência bem mais alta, logo se tornando uma grande ameaça para a existência humana. *sinopse do site adorocinema.com

E aí, quem está ansioso? Eu quero muito assistir ao filme, mas sem muitas expectativas. Jurassic Park teve um grande impacto nos anos 1990 devido a genialidade de Steven Spielberg num mundo sem a tecnologia que temos hoje, mas estou feliz que o legado dele com os dinossauros não acabou lá trás. Vou assistir ao filme no sábado e no domingo, tem review aqui no blog. Sobre os livros que inspiraram os filmes, vou deixar os links para que possam comprar, inclusive a nova edição maravilinda da Editora Aleph.



Até a próxima!